
O principal jornal do grupo RBS anuncia na manchete uma entrevista com a governadora Yeda Crusius (PSDB). Ontem foi divulgado um trecho do vídeo do depoimento do vice-governador, Paulo Feijó (DEM) com denúncias contra a governadora. Não só Feijó acusa o governo Yeda, mas outros ex-integrantes do governo fizeram revelações bombásticas sobre as práticas do grupo político que comanda o Piratini.
Aos depoimentos ao MPF, como o do ex-presidente do DETRAN, Sérgio Buchmann, as denúncias como a do ex-ouvidor da Secretaria da Segurança Pública, Adão Paiani, se somam inúmeras outras provas que instruíram a ação de improbidade administrativa promovida pelo MPF contra YEDA. São horas de gravações e depoimentos que envolvem integrantes do governo e de partidos da sua base de apoio.
Contra todas essas evidências, na entrevista Yeda se diz vítima "do radicalismo da oposição". A governadora se apresenta como vítima, vítima de uma perseguição política implacável comandada pela oposição. Por óbvio, para governadora essa perseguição conta com a participação de ex-membros do governo, do MPF, da justiça, de Ministérios do governo federal e sei lá mais de quem. A tese de Yeda se assemelha a uma teoria da conspiração de uma mente paranóica.
Esse mesmo sentimento de vítima levou a governadora a promover oito ações judiciais contra veículos de comunicação e jornalistas (incluindo o blog RS URGENTE do jornalista Marco Weissheimer). A principal alegação das ações são os constrangimentos sofridos por seus netos pela divulgação do protesto promovido pelo CPERS na frente da sua casa. Justamente, a polêmica casa comprada pela governadora e objeto de tantos debates sobre a origem dos recursos que financiaram sua aquisição.
Aos depoimentos ao MPF, como o do ex-presidente do DETRAN, Sérgio Buchmann, as denúncias como a do ex-ouvidor da Secretaria da Segurança Pública, Adão Paiani, se somam inúmeras outras provas que instruíram a ação de improbidade administrativa promovida pelo MPF contra YEDA. São horas de gravações e depoimentos que envolvem integrantes do governo e de partidos da sua base de apoio.
Contra todas essas evidências, na entrevista Yeda se diz vítima "do radicalismo da oposição". A governadora se apresenta como vítima, vítima de uma perseguição política implacável comandada pela oposição. Por óbvio, para governadora essa perseguição conta com a participação de ex-membros do governo, do MPF, da justiça, de Ministérios do governo federal e sei lá mais de quem. A tese de Yeda se assemelha a uma teoria da conspiração de uma mente paranóica.
Esse mesmo sentimento de vítima levou a governadora a promover oito ações judiciais contra veículos de comunicação e jornalistas (incluindo o blog RS URGENTE do jornalista Marco Weissheimer). A principal alegação das ações são os constrangimentos sofridos por seus netos pela divulgação do protesto promovido pelo CPERS na frente da sua casa. Justamente, a polêmica casa comprada pela governadora e objeto de tantos debates sobre a origem dos recursos que financiaram sua aquisição.
Como no dia daquele protesto, novamente YEDA expõe seus netos. Deixa as crianças em posição desconfortável, sem zelar pela sua privacidade. A governadora prefere colocar os netos no centro do conflito para se defender. Um conflito gerado por motivos que desconhecem e que possivelmente será prejudicial ao seu desenvolvimento psíquico. Lamentável.
Curiosamente, a entrevista foi divulgada na manchete de capa ao lado de uma impressionante foto das condições desumanas do presídio central de Porto Alegre.
4 comentários:
Ao ver sua entrevista ao lado da matéria da miséria do Presídio Central, a desgovernada e corrupta de plantão, tremeu as perninhas. Pode ser que mais dia menos dias uma matéria com ela seja exatamente dentro deste presídio.
A Yeda se reelege se a RBS permitir.
É o melhor governo que o RS já teve.
Machistas invejosos vão ter que engulir!
Ô Lidia: aterrissa vivente! Toma simancol!
A lídia é da turma do mesmo manicômio que saiu a desgovernadora.
Postar um comentário